Logo do Linux é diabo-da-tasmânia
Aversão 2.6.20 do kernel Linux recentemente anunciada por Linus Torvalds trás algumas novidades entre as quais se destacam: 
- Suporte melhorado para WiMAX;
- Suporte para novos dispositivos Wi-Fi;
- Compatibilidade com os sistemas de ficheiros Btrfs, SquashFS e Ext4;
- FastBoot, um recurso capaz de reduzir o tempo de boot;
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Suporte para 4096 processadores a trabalhar em paralelo.
Outra novidade que provavelmente estará a passar despercebida a alguns membros da comunidade é a mudança de mascote do Linux. O célebre pinguim foi substituído por um diabo-da-tasmânia, baptizado de Tuz. Não tinham ainda reparado naquelas unhas, orelhas e cauda? Esta alteração é apenas temporária e por um motivo muito nobre.
Os diabos-da-tasmânia estão a ser afectados por uma doença transmissível que lhes causa tumores faciais e a comunidade australiana de Linux (e não só) tem promovido leilões para angariar fundos que ajudem nas despesas de preservação daquela espécie. Uma dessas iniciativas passa pela venda deste peluche diabo-da-tasmânia, disfarçado de pinguim. Outra das iniciativas, foi protagonizada em Janeiro pelo próprio Linus Torvalds, que barbeou Bdale Garbee, Chefe de Tecnologia da HP, na Conferência Nacional de Linux da Austrália. Nesse evento, ajudaram a angariar mais de $40000.
Em Save the Tasmanian Devil, poderão encontrar uma lista de iniciativas semelhantes. Destaco uma fábrica de biscoitos local que está a doar 100% dos seus lucros para ajudar a salvar estes seus conterrâneos.
É sempre bom ver quando as comunidades de unem por causas nobres, mesmo quando é para salvar o “diabo”.
